Pode também ser consultada on-line a notÃcia originada pela visita do repórter do JN à prova de tiro prático na Maia. O artigo retrata superficialmente a prova e incide mais numa explicação sobre as armas de airsoft e a vertente de mimetização militar, demonstrando ainda uma patente necessidade de serem reforçadas noções perante a sociedade sobre o que se trata o Airsoft, afinal.
O artigo pode ser consultado em http://jn.sapo.pt/2007/05/14/porto/replicas_passaram_o_diaa_tentar_acer.html e conta com o seguinte texto:
Não fosse a ponta do cano pintada de vermelho e o que tÃnhamos na mão passaria por uma letal pistola Beretta M9, do calibre 9 milÃmetros que equipa, entre outras forças, o exército norte-americano. Até o peso é similar.
Aqui, trata-se de um réplica, utilizada na prática de airsoft, funciona a gás e dispara pequenas bolas de plástico, com o peso de 0,20 gramas.
Ontem, no Pavilhão Gimnodesportivo de S. Pedro de Fins, na Maia, cerca de duas dezenas de atletas disputaram a primeira prova do primeiro Campeonato Nacional de Tiro Prático de Airsoft, que contou com o apoio da Câmara Municipal da Maia.
Trata-se de uma prova em tudo semelhante às efectuadas pelas forças policiais. "Só muda a distância a que estamos dos alvos e as armas", revelou César Santos, do Clube Airsoft da Maia, organizador da prova.
O desporto inclui, ainda, os jogos, disputados por equipas e praticados ao ar livre. "Há muitas diferenças para o paintball, a começar pela perspectiva mais militar, desde as armas às tácticas utilizadas. Por outro lado, no airsoft apela-se ao fair-play. Uma vez que a munição não deixa marcas, tem de ser o jogador a anunciar que foi atingido", destacou, por seu lado, Pedro Pastor, presidente do clube.
O grau de realismo obrigou a uma legislação apertada. Os praticantes têm de estar inscrito em clubes (só assim podem adquirir armas) e estes, por sua vez, tiveram de constituir uma federação nacional. Só podem comprar armas os maiores de 18 anos e praticamente todas as normas relativas às armas de fogo são aplicáveis ao airsoft.
Existem réplicas a gás (principalmente pistolas) e eléctricas, onde se destacam as armas de assalto. Pedro Pastor mostrou-nos a réplica da conhecida G3, que pesa cerca de meio quilo menos que a arma real. Tal como a verdadeira, funciona em modo de tiro único ou de rajada e é usada apenas nos jogos.
Reis Pinto